Próximo live começa a ser debatido na lista de discussão do Graal
Inscrições para o workshop de armas encerradas
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Longevos e serenos, parecem quase etéreos para as outras raças,
se não distantes. Segundo a maioria das lendas, foram os primeiros
a despertar, e nunca esqueceram o brilho das primeiras estrelas, ou o som
da canção da criação, que ainda ecoava pela
vastidão do mundo.
Se as lendas são verdadeiras ou não ninguém pode dizer,
exceto talvez os próprios elfos, que não costumam ter pressa
em responder. Possuem uma ligação profunda com a deusa Kyana
(Gaia para os humanos), e é dessa ligação que provém
a sua longevidade e sua afinidade com as formas naturais de magia.
Apesar de compartilharem muitas características, os elfos se dividem
em sub-raças. Essas sub-raças variam de pequenas diferenças
a diferenças gritantes. Mesmo dentro das sub-raças, os elfos
dividem-se em famílias, ou Casas, como costumam chamar.
Apesar de serem todos apenas “orelhas pontudas” para os outros povos, os elfos dividem-se em sub-raças, muitas vezes completamente diferentes entre si. Algumas sub-raças compreendem apenas uma Casa, enquanto outras possuem inúmeras.
São a casta nobre dos elfos. Amantes das artes, é a sub-raça com afinidade mais forte com os muitos aspectos da magia. Altivos e contemplativos, muitos são bardos ou estudiosos, quando não os dois. São os elfos mais longevos, e dizem que existem membros dessa sub-raça com mais de mil anos. Devido à essa longevidade, muitos se dedicam a muitos caminhos, um de cada vez, sem a menor pressa de os dominar, uma vez que possuem todo o tempo de que necessitam para tal, e é justamente por serem os que vivem por mais tempo que entendem tão bem os caminhos arcanos. Dessa sub-raça fazem parte as Casas Goldmoon, Silvermoon, Bluemoon, Firemoon e Darkmoon. É uma sub-raça em decadência, não são tão abundantes entre os elfos, embora o motivo para tal decadência não seja de conhecimento público. A Casa Goldmoon, por exemplo, está definitivamente extinta, assim como as Casas Darkmoon e Firemoon.
Casas: Silvermoon e Bluemoon
Força, coragem, perseverança e perspicácia fazem dessa sub-raça a elite bélica da raça élfica. Aliando a graça quase sobrenatural, a afinidade com a natureza e com a magia, a afinidade élfica com algumas armas e a serenidade da raça, são guerreiros e batedores de primeira linha. Algumas Casas dessa sub-raça são pouco mais organizados que os grupos de bárbaros humanos aos olhos dos outros elfos, enquanto outras são praticamente um corpo militar. Essa sub-raça compreende as Casas Goldwood, Silverwood, Firewood e Darkwood. Embora não existam na mesma quantidade em que existiam na Primavera do Mundo, ainda assim, são os elfos mais comuns de serem encontrados.
Casas: Goldwood, Silverwood, Firewood e Darkwood.
A essa sub-raça pertenciam as Casas Deepsea e as Elfas do Lago. Hoje em dia, considerados pouco mais que lendas da Primeira Era do mundo, quando os elfos, ainda jovens, eram muitos. Considerados extintos.
Parentes próximos dos elfos da floresta, os elfos dessa sub-raça, segundo as lendas, foram moldados pelo próprio sol. Independente das verdades das lendas, esses elfos são mais rudes que os demais, mais áridos, embora sejam guerreiros natos, e, para qualquer outra raça, pareçam-se com todos os outros elfos – eles apenas confiam nos próprios instintos, agindo mais e pensando menos. A essa sub-raça pertencem os elfos Goldsun e Goldenskin.
Casas: Goldsun e Goldenskin.
São elfos ligados ao gelo e à neve das terras onde vivem (que, afinal, são elementos naturais). Tendem à melancolia, e parecem um tanto quanto individualistas, quase indiferentes. A única Casa dessa sub-raça é a Winterheart, que está quase sendo considerada extinta pelas outras Casas.
Para os outros elfos, são a negação de tudo o que Kyana ensina. Ninguém sabe muito a respeito dos elfos negros (ou drows, como também são chamados), mas todos concordam em um ponto: representam tudo o que há de mau e vil na raça élfica.